O teu rosto brilha nas estrelas
As tuas feições suaves, impossível esquece-las
Acorrentadas á minha memória
Minha alma iluminam com tamanho brilho e glória
Morro na praia dos teus olhos
Mas um beijo, um doce beijo
Pode trazer vida aos ignóbeis escolhos
Contudo, aqui permaneço e não te vejo
Porque o beijo, nunca o senti
Por certo nunca chegou
Sofro ainda mais,
pois os teus lábios, não fui eu quem os beijou
Anseio pela aurora do nosso amor
Pois és tu que eu respiro
És tu que eu vivo
Tu que sem ti, só sobrevivo
Mas nem o mais alto pranto
quebra as correntes da invisibilidade
um amor platónico na sua complexa simplicidade,
por enquanto…
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