domingo, 25 de março de 2012

Companheira Solidão

A bruma da noite envolve-me no seu olhar gélido,
Olho á minha volta, mas não encontro o teu rosto pálido
Desespero por sentir o teu toque cálido,
Contudo, encontro-me só nesta frígida floresta
Sufoco, neste cinzento dia de inverno…

E, perante ti,
O triste final dum sentimento efémero
Encerro-me agora neste gelado inferno,
Passo da penumbra, para a negra escuridão
E encontro-me perante ti, companheira solidão…




Filipe Fernandes

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