Onde não me sei encontrar
Entre sorrisos antigos e olhares indiferentes
Afogo-me num mar de gestos displicentes
Já não te vejo em mim como via outrora
Nas juras do tempo infinito, passou da nossa hora
Também já não me vejo em mim,
Não sei quem sou
A destruição é o meu único dom
Perdido assim,
Sem nós…
Fica só a minha voz
Não é que te queira a ti,
Mas tenho saudades de mim
Filipe Fernandes
Sem comentários:
Enviar um comentário