segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Minha melancolia

De semblante forçado,
Num olhar queimado
Descubro o fundo
E chamo-lhe amigo
Sozinho, mesmo contigo…

Passo por rituais sem significado
Enquanto outro dia me passa ao lado
Onde sou perdido e achado,
Aqui vivo desconcertado
Neste trágico fado

Carrego a cruz da apatia
Imaginando como seria
A luta do amor,
Mas amo demais a minha dor
Minha melancolia…



Filipe Fernandes

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