O relógio toca,
O tempo passa…
Não há sorrisos reconfortantes,
Nem o olhar de quem não precisa de palavras para dizer que me ama
Não há toques carinhosos,
Nem uma viva chama,
Há um eu.
Escuro e sombrio
Que num tremendo vazio
Finge que sorriu.
Perdido na busca,
A luz que me rodeia
Cega-me,
Na minha escuridão
Na penumbra dos sentimentos
Procuro, mas não encontro, a razão
Essa procura pelo amor infinito
Leva-me a não querer ser…
Mas sou,
Só eu, mais nada.
Filipe Fernandes
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